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ATIVIDADE DE TODO O GRUPO: ARTIGO: O PET REDES E O CÂNCER GINECOLÓGICO

O Câncer de Colo de Útero e o PET-Redes

O câncer de colo de útero é um dos mais comuns no Brasil, sendo menos frequente apenas do que o câncer de mama na população feminina. Em países em desenvolvimento, esse é o principal tipo de câncer ginecológico, e nos países desenvolvidos ele ocupa 3° ou 4° lugar, o que aponta a importância de aspectos socioculturais no desenvolvimento da doença.

Apesar dessa grande importância, nem sempre a população feminina é suficientemente informada sobre os meios de prevenir a doença.Entre eles, destaque-se o exame Papanicolau, que detecta lesões pré-cancerosas e lesões cancerosas em estágio inicial, proporcionando prognósticos melhores para as pacientes.  De acordo com a literatura médica:‘nenhuma outra forma de câncer documenta melhor os efeitos da triagem, diagnóstico e terapia curativa sobre a taxa de mortalidade que o câncer de colo uterino’.

A maioria dos casos dessa neoplasia é causada pelo HPV, um vírus sexualmente transmissível, que pode passar entre pessoas mesmo que não haja a penetração vaginal, bastando o contato direto com a pele ou mucosa infectada. Assim, os contatos oral-genital, manual-genital e genital-genital são possíveis formas de se contaminar com o vírus, que pertence ao grupo dos agentes causadores de DST (doenças sexualmente transmissíveis). É possível, assim, deduzir  que alguns fatores de risco para esse câncer são: ter múltiplos parceiros; o parceiro ter múltiplas parceiras sexuais prévias ou atuais; e ter iniciado a vida sexual precocemente. Existem outros fatores não sexuais que contribuem para o desenvolvimento da doença como: imunossupressão; ter tido muitos filhos; tabagismo e infecção persistente por um subtipo de HPV de alto risco oncogênico.

Nesse contexto, o PET-saúde Redes torna-se uma ferramenta muito importante para mudar essa realidade de desinformação e reduzir a incidência desse câncer. Para isso, o programa procura abordar a questão sob diferentes perspectivas: prevenção, tratamento e assistência social e pessoal.


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Ciclo de Palestras “O Dia Delas”

INTRODUÇÃO

O câncer é uma das doenças que mais provocam temor na população. Esse diagnóstico freqüentemente é compreendido como vergonhoso, incapacitante e incurável. Os cânceres de mama e de colo do útero, por serem órgãos emblemáticos da feminilidade, sexualidade e maternidade, representam ainda, para a maioria das mulheres, outro fator de sofrimento psicológico.

A inerente sensação de fragilidade e dependência em um processo de adoecimento é uma situação em que a mulher freqüentemente se sente desamparada e emocionalmente abalada. O apoio e a orientação realizados pela equipe multiprofissional se fazem de extrema importância nesse momento. O apoio social, por meio de relações familiares, amizades, trabalho e relações comunitárias – profissionais da saúde e religiosidade, consiste em fator importante na assistência desses portadores de enfermidades.

Tendo em vista a pequena existência de eventos de apoio, auto-afirmação e elevação de auto-estima das pacientes atendidas nos ambulatórios de Oncoginecologia e Mastologia do HCUFMG, o grupo do PET Redes de Atenção à Saúde- Grupo tutorial Doenças Crônicas: Câncer Ginecológico organizou em abril/2014 o evento denominado “O Dia Delas”.


OBJETIVOS

-Propiciar um ambiente receptivo e acolhedor para as pacientes.

-Promover um momento de distração para essas mulheres.

-Promover palestras educativas sobre o Câncer ginecológico.

-Atuar sobre a questão da feminilidade e auto-estima.

-Criar um ambiente em que as pacientes se sentissem seguras para compartilhar depoimentos e sanar suas dúvidas a respeito de suas doenças.

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O PET SAÚDE REDES E O ENFRENTAMENTO DO CÂNCER DE COLO UTERINO

O PET SAÚDE REDES E O ENFRENTAMENTO DO CÂNCER DE COLO UTERINO

Em julho de 2013 teve início o Programa de Educação para o Trabalho PET Redes de Atenção à Saúde 2013-2015. Com a proposta do PET-Redes de Atenção 2013-2015 pretende-se consolidar e fortalecer a articulação da UFMG com o SUS municipal, ampliando-se o número de grupos tutoriais, as temáticas trabalhadas e consequentemente os produtos para o serviço e para a Universidade.

Os objetivos do projeto são:

·               Consolidar a integração entre ensino e serviço;

·               Ampliar a discussão sobre as Redes de Atenção à Saúde no SUS Belo Horizonte;

·               Auxiliar na integração dos serviços que compõem as redes temáticas prioritárias objeto deste Projeto, com o planejamento e a programação de ações em diferentes pontos da rede;

·               Estimular a reflexão sobre as ferramentas para o trabalho em rede no âmbito dos serviços e dos cursos envolvidos;

·               Desenvolver conhecimentos segundo as necessidades dos serviços e promover  atenção à saúde, de forma articulada com os cursos de graduação, pela inserção de grupos tutorial multidisciplinares nos serviços;

·               Fortalecer as iniciativas dos serviços para qualificar a atenção à saúde;

·               Oportunizar a formação profissional pelo trabalho em cenários de prática reais;

·               Promover a transformação dos processos de prestação de serviços de saúde e de geração de conhecimentos segundo a necessidade da população.

O projeto é multidisciplinar e conta com a participação de alunos de todos os cursos da área de saúde. Existem diversas frentes de trabalho dedicadas a áreas extremamente relevantes para o atendimento das necessidades da população.

No caso deste grupo do PET-Redes, o foco de estudo/trabalho é o câncer de colo de útero¸ um dos cânceres mais comuns no Brasil, possuindo menos casos apenas do que o câncer de mama, dentro da população feminina.  Entretanto, apesar de tão presente no nosso cotidiano, pouca atenção lhe é dada pela mídia, fazendo com que as pessoas não possuam informação o suficiente para prevenir essa doença.

Visamos ampliar os conhecimentos da população sobre esse câncer, de modo a aprimorar a prevenção, como também visamos dar conforto aos pacientes com o curso da doença já estabelecido. É nosso objetivo, também, coletar dados sobre a incidência e características da população acometida por essa neoplasia em Belo Horizonte. A partir desses dados, será possível traçar um perfil epidemiológico do câncer de colo de útero na cidade. Isso permitirá o desenvolvimento de estratégias efetivas para controlar a doença e melhorar a qualidade da assistência prestada às pacientes por ela acometida nas diferentes etapas da rede de atenção.

 

ATIVIDADES DE SALA DE ESPERA

ATIVIDADES DE SALA DE ESPERA

Sob a orientação das preceptoras Fátima Seixas e Gilvânia Souza, nosso grupo começou um estudo bibliográfico que deu suporte teórico ao desenvolvimento de atividades de sala de espera.

Nossa proposta para a sala de espera incluía a realização de mini-palestras interativas (duração entre 10 e 15 min) a serem realizadas com as pacientes do 3º e 4º andar do Instituto Jenny Faria (local de atendimento da Ginecologia e Obstetrícia) no período em que elas aguardavam atendimento e o desenvolvimento de cartilhas informativas para serem distribuídas durante essas palestras.

Foram formuladas duas cartilhas em formas de perguntas/respostas sobre o câncer de colo de útero e sobre os direitos dos pacientes com câncer. Procuramos adotar uma linguagem clara e popular para transmitir conceitos básicos importantes para a prevenção da doença. Nosso objetivo é educar as pacientes para que elas se tornem aptas a zelar por sua saúde e, também, agentes promotores de saúde, ao reproduzir, em seus ciclos de relacionamento, os conhecimentos aprendidos durante a sala de espera. Com a distribuição das cartilhas, as pacientes poderiam consultá-las sempre que tivessem dúvidas e mostrá-las para outras mulheres.

As pacientes ficaram muito empolgadas com as palestras e, apesar de tímidas no início, foram ficando mais desinibidas e aproveitaram a palestra para tirar dúvidas. Algumas, que estavam como acompanhantes de outras pacientes nos procuraram para saber como agendar consulta ginecológica.

Tentamos avaliar a viabilidade de pedir que os médicos e residentes que atendem as pacientes da oncoginecologia lhes entregassem a cartilha da assistência social para sanar as dúvidas em relação a aspectos legais da doença. Por enquanto, não foi possível iniciar essa intervenção.

Tamanho foi o sucesso da sala de espera, que decidimos ampliá-la para outros andares do hospital, inclusive realizando-a na portaria, afim de informar mais pessoas sobre o câncer de colo de útero, inclusive os pacientes de outras clínicas e os funcionários do hospital.

 

 

 

 

 

 

 

Cartilhas elaboradas pelos alunos do Pet-Redes 
Câncer de Colo de útero 
Unidade Hospital Jenny de Andrade Faria.

Atividade de sala de espera no 3º andar do Instituto Jenny de Andrade Faria.

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