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 Portifolio

Pró-Saúde / Pet-Saúde

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Atividades desenvolvidas no PET-SAÚDE – Ago/Dez

 

“Participar do Projeto PET-Saúde tem nos proporcionado um maior conhecimento sobre o SUS e a oportunidade da vivência profissional, o que tem sido muito interessante e importante para a nossa formação. Além disso, temos aprendido na prática sobre a dinâmica de um Hospital e, principalmente, a rotina de uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI).” (Carolina Gonçalves Dias- Acadêmica de Biomedicina)

“O conhecimento obtido através do Pet saúde é de extrema importância para a minha formação. Entender o mecanismo de um Hospital, principalmente da uma sala de emergência, me faz perceber o quão complexo é cuidar da saúde. O meu papel de colaborador do projeto Sepse me proporciona a sensação de ser útil com a saúde de muitos brasileiros.” (Hercules Hermes Riani Martins Silva- Acadêmico de Medicina)

“Através do projeto Sepse no Pet Saúde temos aprendido como é importante o trabalho em grupo e o quão valioso são os conhecimentos adquiridos durante as discussões com os colegas de outros cursos e os profissionais da sala de emergência. Alem disso, podemos ter a consciência do nosso papel quanto profissional de saúde para a sobrevivência de nossos pacientes.” (Natália de Magalhães Ribeiro Gomes – Acadêmica de Enfermagem)

O Projeto desenvolvido nosso grupo, no Hospital das Clínicas da UFMG, é o “Controlando a Infecção, Sobrevivendo à Sepse”. Inicialmente, nossa Preceptora Dra Carolina Ferreira nos forneceu informações, materiais e artigos para que pudéssemos compreender e reconhecer a sepse. Em seguida, fomos treinados para coletar os dados dos pacientes com sepse grave ou choque séptico da UTI. Esses dados são enviados para o Instituto Latino Americano de Sepse (ILAS), para a emissão de um relatório com as estatísticas do hospital em relação à doença. O objetivo é que, a partir dos resultados gerados, possam-se criar intervenções diretas que permitam diagnóstico precoce e tratamento adequado.

            Já foram realizadas algumas ações para a melhoria do atendimento dos pacientes com diagnóstico de sepse, como o treinamento dos residentes e da equipe de enfermagem da UTI, pela preceptora. Além disso, participamos do Simpósio de Sepse coordenado pelo Hospital Albert Einstein, em novembro de 2013, no qual aprendemos bastante e aprofundamos os nossos conhecimentos sobre a doença. Da experiência do Simpósio surgiu a ideia de criar o “Carrinho da Sepse”, que seria um suporte com os equipamentos e medicamentos necessários para um atendimento mais rápido aos pacientes. A proposta está sendo implementada.

            Visamos realizar outras melhorias a serem definidas a partir do relatório emitido pelo ILAS. Além disso, estamos trabalhando na criação do trabalho intitulado “Avaliação do impacto da precocidade do atendimento médico na morbidade e mortalidade de pacientes com sepse grave ou choque séptico, internados na Unidade de Terapia Intensiva”. O objetivo principal é,determinar o impacto da precocidade do atendimento de pacientes com diagnóstico de sepse na morbidade e mortalidade,a partir da análise do tempo decorrido entre os primeiros sintomas do paciente até seu diagnóstico e atendimento na UTI. 

Portifólio do mês de dezembro

Introdução

O Hospital das Clinicas da Universidade Federal de Minas Gerais (HC-UFMG) possui a unidade de Acidente Vascular Encefálico (AVE), que está em fase de estruturação, na qual os alunos do Pet-Saúde têm a oportunidade de acompanhar os atendimentos dos médicos residentes, bem como aplicar questionários em pacientes vítimas de AVE que se encontram internados.

Mundialmente, segundo a WHO, o AVE é a segunda maior causa de morte, ocorrendo principalmente em adultos de meia idade e idosos. É ainda a maior causa de incapacidade. No Brasil, o AVE representa cerca de 10% dos óbitos na população adulta. É a maior causa de morte no país, chegando a quase 100 mil registros no ano de 2010.

As vítimas de AVE apresentam inúmeras intercorrências, como: dificuldades motoras, alterações cognitivas, comportamentais e dificuldades na deglutição, que acabam comprometendo suas atividades de vida diária (AVDs). Além de comorbidades, como os transtornos de humor (depressão e ansiedade) que são frequentes nesses pacientes e tem grande impacto em sua qualidade de vida.

Portanto, o objetivo do nosso subgrupo é coletar dados que auxiliem na melhoria da rede de saúde e na humanização do atendimento aos pacientes do AVE, afim de minimizar os déficits causados pela doença e propiciar uma melhor qualidade de vida aos pacientes e seus familiares.

 

Método

A coleta de dados é realizada com pacientes vítimas de AVE internados no HC-UFMG e também com aqueles que após a alta hospitalar são encaminhados para tratamento ambulatorial.

 No primeiro momento é aplicado o questionário de admissão, acrescido pela escala de Rakin Modificada, Escala de Depressão e Ansiedade Hospitalar e o Índice de Barthel. Resumidamente o objetivo do primeiro questionário estruturado e das escalas é:

·         Verificar as características dos pacientes de AVE em relação ao sexo, nível socioeconômico e escolaridade.

·         Verificar as condições de admissão do paciente e os fatores de risco.

·         Verificar qual a percepção do paciente quanto ao atendimento e a equipe médica.

·         Verificar os dados epidemiológicos.

·         Verificar a incidência do desenvolvimento de ansiedade e depressão em ambiente hospitalar.

·         Verificar a capacidade dos pacientes de realizar suas atividades da vida diária antes e após a internação.

Após as verificações tentaremos correlacionar o grau de dependência dos pacientes com a presença de sintomas depressivos e ansiosos.

Após a alta hospitalar e o encaminhamento para a unidade de AVE, os pacientes que responderam ao primeiro questionário, são submetidos ao segundo questionário: Entrevista de acompanhamento seis meses após a alta hospitalar. São reaplicadas também as escalas de Rakin Modificada, Escala de Depressão e Ansiedade Hospitalar e o Índice de Barthel. Aplica-se também uma nova escala: Escala de Qualidade de Vida da Organização Mundial de Saúde Breve, com 26 itens. Resumidamente, o objetivo da aplicação desse segundo questionário é:

·         Verificar se o paciente deu continuidade ao tratamento e se houve encaminhamentos médicos.

·         Verificar se os pacientes retomaram suas atividades de trabalho.

·         Verificar se o paciente sofreu outro AVE ou não.

·         Verificar se após os seis meses o paciente manteve o mesmo índice de ansiedade e depressão.

·         Verificar se a capacidade de realizar as atividades de vida diárias após a alta hospitalar.

Portfólio de novembro

01/11/2012 A 15/11/2012
 
 
Preceptora: Jacqueline Maria S. Alves
 
Alunas:
 
- Helena Providelli de Moraes (voluntária)
 
  Acadêmica do oitavo período do curso de medicina
 
- Isabela Maria Tavares do Nascimento (bolsista)
 
  Acadêmica do sexto período do curso de enfermagem
 
- Lourene Mireille da Cruz Nobre (bolsista)
 
  Acadêmica do quinto período do curso de medicina
 
- Natália Lelis Torres (bolsista)
 
  Acadêmica do quinto período do curso de educação física
 
1- Introdução:
 
O Hospital João XXIII é o maior hospital de urgência e emergência do estado de Minas Gerais, sendo referência em trauma. Aproximadamente, 50 pacientes com traumatismo raquimedular (TRM) são atendidos nesse hospital, mensalmente, sendo que cerca de 28 deles são vítimas de TRM em região toraco-lombar ( 17 fraturas sem indicação cirúrgica).
 
O trauma raquimedular é uma lesão que predomina em adultos jovens do sexo masculino e, pelas características da sua etiologia, sua prevenção pode ser muito efetiva, por meio de campanhas de esclarecimentos junto à população e adoção de medidas de segurança individuais ou coletivas. A abordagem terapêutica deve ser multidisciplinar, desde o momento do resgate e remoção dos pacientes até a sua fase final de reabilitação.
 
A incidência de TRM no Brasil não é conhecida, pois esta condição não é sujeita à notificação e há poucos dados e trabalhos publicados a respeito da epidemiologia da lesão medular, sendo o trauma a causa predominante.
 
Nosso grupo de pesquisa no Hospital João XXIII, no PRO-PET-SAÚDE III, Rede Urgência e Emergência é denominado : “Eficácia das orteses-toraco-lombo-sacrais no tratamento conservador das fraturas em compressão da coluna toraco-lombar: estudo controlado randomizado”. O objetivo desse estudo é determinar a eficácia do uso do colete TLSO nos paciente com TRM toraco-lombar (fraturas tipo A), com a hipótese de que esse tipo de órtese não exerce impacto no tratamento conservador do TRM.
 
2- Conhecendo o Hospital João XXIII
 
As atividades iniciais no Pro-Pet-Saúde III incluíram visitas por todo o Hospital João XXIII, que será a área de trabalho de nosso grupo de pesquisa.
 
Foi possível conhecer o fluxo de triagem, que funciona seguindo o protocolo de risco de Manchester; ambulatório dos politraumatizados, local onde o paciente é recebido e recebe os primeiros cuidados; unidade de terapia intensiva, onde os pacientes críticos recebem cuidados intensivos.
 
Durante as observações das diversas áreas analisadas, conhecemos os profissionais envolvidos nos cuidados ao paciente politraumatizado, percebendo a importância do atendimento multidisciplinar, propiciando atenção integral ao paciente.
 
Além disso, aprendemos a analisar os prontuários dos pacientes, localizando dados importantes, os quais iremos utilizar em nossa pesquisa.  Também, conseguimos analisar os exames de imagem dos pacientes, buscando adquirir novos conhecimentos.
 
3 - Contato com pacientes vítimas de traumatismo raquimedular
 
Durante nossas visitas, as diversas áreas do hospital, mantivemos especial atenção aos pacientes vítimas de traumatismo raquimedular. Examinamos, analisamos os prontuários e aprendemos sobre como lidar com esse paciente.
 
Nosso estudo irá avaliar pacientes com TRM que preencham os critérios de inclusão, dividindo-os em dois grupos: pacientes em uso do colete TLSO ou similar e pacientes que não utilizaram o colete.
 
Aprendemos sobre como selecionar o paciente adequado para o nosso estudo, para isso teremos que avaliar diversas informações referentes ao quadro clínico do paciente, tais como: nível da lesão medular, idade, tipo de fratura, presença de traumas associados, dentre outros.
 
Aprendemos também como deveremos aplicar o questionário SF-36 sobre qualidade de vida e a escala visual analógica de dor.
 
4-  Importância do nosso estudo
 
O uso do colete TLSO aumenta consideravelmente os custos para os serviços de saúde, caso seja comprovado que seu uso não seja relevante na evolução do tratamento do paciente com traumatismo raquimedular, será possível reduzir os custos deste, mantendo a qualidade do tratamento.
 
5- Nosso grupo de trabalho:

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